Quem disse que LinkedIn é só para engravatados?

Criei meu perfil em 2007, com o objetivo de estar no LinkedIn – o portal de vagas onde estavam os executivos do mundo corporativo. Na época, nem se falava em rede social e navegar demasiadamente no plataforma era apenas sinal de que a pessoa estava procurando emprego.

Vestida à caráter para os corredores corporativos; roupa social – com direito a tailer, era da mesma forma que eu me apresentava no LinkedIn que, deixado de lado a grande maioria do tempo, só era acessado nos seguintes cenários:

  1. Quando ficava muito irritada com o trabalho ou com o chefe
  2. Quando ouvia-se o zom, zom, zom de cortes na empresa (aliás, foi o que aconteceu comigo)
  3. Quando sentia o ambiente um tanto quanto pesado

Muito bem. Nestas situações a principal dificuldade era lembrar a senha do meu perfil, para depois, acessar a janela de “vagas” e checar se havia algo disponível para me salvar. Clique em candidatura e pronto. Só aguardar o chamado que raramente acontecia.

O tempo passou, mudei de emprego, de carreira e de país. Da mesma forma mudou o LinkedIn. Hoje posicionado como a maior rede social profissional da internet, com cerca de 460 milhões de usuários no mundo, sendo 28 milhões no Brasil.  

Minha visão sobre a ferramenta também passou por uma reformulação total. Deixei de ver no LinkedIn um espaço online para publicar meu CV e comecei a entender o universo de possibilidades que a rede oferece não somente para quem está no momento de transição de carreira, mas, principalmente, para quem busca ampliar o networking, construir sua marca pessoal e se tornar referência na sua área de atuação.

E não pára por aí. Aquela imagem que eu tinha de que a maior rede profissional do mundo era para engravatados também “caiu por água abaixo”. Em 2016, o LinkedIn divulgou dados de uma pesquisa que realizou, retratando o perfil do usuário brasileiro (veja abaixo o infográfico sobre as mais variadas profissões presentes na rede.

Outra sinalização do LinkedIn de que o cenário tem sido aprimorado ano após ano, foi o lançamento do aplicativo LinkedIn para estudantes, ainda não disponível no Brasil, cujo foco é auxiliar estudantes próximos à formatura e as diversas dúvidas que rondam as mentes dos jovens em início de carreira.

 

Segundo dados da companhia, divulgados pela Forbes, a plataforma conta com mais de 40 milhões de estudantes ou recém-formados sem experiência profissional e que buscam seu espaço no competitivo mercado de trabalho global.

E esta é uma das principais perguntas feitas por estudantes que assistem a palestra “O LinkedIn é de Marte e é pra lá que eu vou”:

O que escrever no campo experiência se eu nunca trabalhei?

Sempre digo que recém-formados ativos na faculdade talvez tenham menos dificuldade para preencher este espaço. Vivências no diretório acadêmico da universidade, projetos voluntários, participação em empresas juniores, estas informações podem ser consideradas “experiência”.

Como sempre reforço, o perfil do LinkedIn não deve ser visto como cópia do CV e sim como um blog ou portfólio da vida profissional que, sim, começa na universidade.

Outra dúvida muito frequente nos alunos do curso online LinkedIn Universitário é:

O que devo colocar no título do perfil se não estou trabalhando?

Olhando para o seu perfil sob o ponto de vista de ser seu blog ou site pessoal, o espaço do título deve ser preenchido com palavras-chave que representem a área de atuação, especialidades e aspiração profissional. Nada de cargo!.

Fico fascinada pelo interesse dos jovens e recém-formados na formação profissional e em como mostrar seu talento e força de vontade ao mercado.

E, sem dúvida alguma, o LinkedIn é a plataforma essencial para um profissional no início de carreira. Mesmo que no seu caminho ele só use gravata em formaturas e casamentos.

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Obrigada pela leitura. Fique super à vontade para COMPARTILHAR com a sua rede, e mais ainda para deixar seu COMENTÁRIO.

Até a próxima.

Luciane Borges

Leia mais sobre LinkedIn no meu canal Pulse

 

2 comments on “Quem disse que LinkedIn é só para engravatados?”

  1. Maria da Luz Nunes Preto Calegari disse:

    Muito bom, Luciane. Realmente, muita gente pensa/pensava que o LinkedIn é/era só para engravatados…

    1. luciane borges disse:

      O LinkedIn é um universo de possibilidades a serem exploradas. Obrigada por seu comentário. bsj

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